Me chamem de bem-educado por voltar àquilo que jamais fora meu.
Me chamem de indolente por jamais retonar àquilo que um dia foi eu.
Penso se a mãe da casa morreu...
Ou se o filho poeta caiu aos braços de morfeu.
Importaria se todas cartas que ao lar escreveu?
Será que um dia, sequer, leu?
Não importaria, pois a magia do coração adormeceu.
Mostrando postagens com marcador Lucas Bruno. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lucas Bruno. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 13 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
O que há de concreto
Foi o dia que passou:
Preenchido, corrido, cheio de nada.
É a hora que passa:
Olho para o teto, suspiro... Mais uma hora despediçada.
Séra a folha escrita:
Branca, humilde e calada.
Preenchido, corrido, cheio de nada.
É a hora que passa:
Olho para o teto, suspiro... Mais uma hora despediçada.
Séra a folha escrita:
Branca, humilde e calada.
Assinar:
Postagens (Atom)